Política editorial

O IA Lá Fora opera com um processo editorial 100% automatizado — sem redator humano escrevendo cada matéria individualmente. Acreditamos que transparência sobre como esse processo funciona é parte essencial da confiança que pedimos de quem lê.

Como uma notícia chega até aqui

Cada artigo publicado passa por um pipeline com as seguintes etapas, nessa ordem:

Nunca republicamos tradução literal

Republicar a tradução literal de um artigo inteiro de terceiros é o maior risco legal e ético de um projeto como este — e é uma linha que não cruzamos. Todo conteúdo aqui é resumo e análise transformativa, com contexto explicando por que aquilo importa, nunca cópia do texto original.

Em todo artigo há um bloco de atribuição da fonte original, com o nome do veículo, o país de origem e um link direto (com rel="noopener nofollow") para a matéria completa — para quem quiser ler o texto na íntegra, na fonte.

Curadoria 100% internacional — zero fonte brasileira

Esta é uma regra de produto permanente, não uma limitação temporária de fase inicial: nenhuma fonte brasileira entra na nossa curadoria, em nenhuma categoria — nem jornal, nem portal de notícias, nem blog oficial, nem (quando existirem) conta de rede social ou comunidade online. O objetivo do IA Lá Fora é trazer pra cá o que se passa lá fora e normalmente não chega à imprensa brasileira, não competir com o excelente jornalismo de tecnologia já feito no Brasil sobre o mercado nacional.

Sem publicidade editorial disfarçada

Não aceitamos pagamento de fontes, empresas ou terceiros para influenciar o que é coberto ou como é coberto. A seleção de pautas segue apenas os critérios automatizados de relevância descritos acima.

Erros e correções

Como o processo é automatizado, erros de interpretação podem acontecer. Se você notar uma imprecisão em qualquer artigo, o link para a fonte original está sempre visível para conferência — e seguimos refinando continuamente os critérios de relevância e compliance do pipeline.